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Terça-feira, 14 de Julho de 2009

Animes Temporadas: 2009 Terceira Temporada (Julho) - Yoku Wakaru Gendai Mahou (Primeiras impressões)



Detalhes
Estúdio de produção: Nomad (sola, Rozen Maiden e Yozakura Quartet)

Pontos positivos iniciais
- Universo de magia apresentou conceitos interessantes
- Trilha sonora ajuda a manter interesse

Pontos negativos iniciais
- Visual fraco quando comparado a outras obras do Nomad
- Ainda não será dessa vez que o estúdio emplacará um grande anime

Nota inicial: 6,0/10,0

Expectativa para o resto da série: Média


O Nomad nunca foi um estúdio tão conhecido em terras japonesas, se limitando a ter uma ou outra obra de destaque. A principal delas é sem dúvida a série de bonecas Rozen Maiden, que é um sucesso na sua versão em mangá (chamando atenção até do primeiro ministro Taro Aso). O ótimo material rendeu um anime igualmente excelente. Por trás dele temos a dupla do PEACH-PIT que deu vida a Shinku e companhia.


Seguindo por esse raciocínio a outra única obra de destaque do Nomad foi o anime sola, cuja estréia aconteceu em 2007, sendo considerado o melhor título daquele ano, segundo o Yahoo! Japan. A produção contou com enredo de Naoki Hisaya, que anteriormente havia trabalhado no enredo de Kanon. Ou seja, outro nome de peso cair no colo do estúdio. Fora os dois temos um festival de adaptações baseadas em mangás "normais", sem nada de especial como Yozakura Quartet e Kyouran Kazoku Nikki.


Nessas duas obras o Nomad mostrou o quanto é um estúdio limitado, já que se deu bem apenas com obras que já possuíam algum destaque. Dessa vez eles tentam a sorte com Yoku Wakaru Gendai Mahou. O início desse anime a menos foi mais promissor do que a dos dois anteriores, mas fica a dúvida se será algo a mais do que isso. O universo de magia apresentado é bem interessante, com conceitos clássicos do gênero, misturado com a idéia de códigos vinda diretamente da computação (tudo para deixar o anime bem com a cara dos "nerds").


Embora pouco disso tenha sido apresentado, podemos dizer que essa ambientação é inspiradora, resta saber se vingará. No mais, o elenco de personagens não é nada de especial, tendo o mesmo padrão de vários outros animes, com uma protagonista seguindo o estereótipo de "moe dojikko" (desastrada). Junto delas temos a sua companheira Yumiko, uma maga de nascença que tenta de todas as formas se tornar uma grande usuária de magias e Anehara Misa, uma maga com porte físico bem desenvolvido (vocês devem saber o que isso quer dizer) e outros personagens que devem aparecer mais para frente.


Além disso, temos o clássico vilão que persegue Yumiko na esperança de conseguir o bastão mágico dela, que segundo conta algumas lendas possui um grande poder. Em resumo, é o enredo básico esperado de um anime de magia, mas como bem dito, é justamente essa mistura entre o arcaico (magia) e do moderno (códigos) que cria ou tenta criar um novo caminho para esse já saturado gênero. Também é o único ponto que pode tornar esse anime algo a mais, pois de resto ele sofre até mais do que outras obras do Nomad.


Basta ver o quanto o character design não é dos melhores, sendo simplório e devendo bastante a beleza e detalhamento das bonecas de Rozen Maiden (o maior destaque desse anime). Aliás, esse é um ponto onde o Nomad tem relaxado bastante, já que o último character design realmente bom foi o de sola, amargando outros "meia boca" com Kyouran Kazoku Nikki e Yozakura Quartet. Pelo menos as animações das magias são razoáveis. No mais, a trilha sonora dá um bom suporte nos momentos certos, porém não é nada perto dos melhores animes dessa temporada, como Aoi Hana, por exemplo.


Como última curiosidade vale destacar o episódio 0, que foi ao ar dias antes da estréia definitiva do anime. Esse especial em questão apresenta pouco do universo da série, sendo mais voltado a comédia. Está apenas num nível pouco acima da estréia, mas já apresenta todos os personagens principais da história, além de mostrar as diferenças e resultados no treinamento mágico de Yumiko e Koyomi, destacando bem o quanto uma avançou como maga e a outra parou no tempo, embora a sua habilidade primária de transformar todos os objetos em panela continue útil em determinadas ocasiões.
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Animes Temporadas: 2009 Terceira Temporada (Julho) - Sora no Manimani (Primeiras impressões)



Detalhes
Estúdio de produção: Studio Comet (School Rumble, Capeta e Suzuka)

Pontos positivos iniciais
- Ótimo tema principal (astronomia)
- Comédia bem com a cara do Comet

Pontos negativos iniciais
- Comédia bem com a cara do Comet e consequentemente com piadas um tanto quanto velhas demais

Nota inicial: 6,0/10,0

Expectativa para o resto da série: Média


Sou suspeito para falar de Sora no Manimani, afinal adoro astronomia, e nada melhor do que um anime sobro tema. Claro que por ser mais voltado a comédia, esse título deixa todas as explicações complicadas sobre o tema de lado (a exemplo do que K-ON! fez com a música) e se concentra em apresentar o espaço de uma forma divertida e romântica. Há um destaque excessivo na beleza das estrelas, que embora sejam belas, todos nós sabemos o quanto o espaço em si não é nada calmo e "fofinho".


Mesmo assim continua valendo como homenagem a essa grande ciência que completa 400 anos de existência ainda esse ano. Sora no Manimani estreou justamente no Ano Internacional da Astronomia, provavelmente de forma proposital, justamente para comemorar a data. Por outro lado, como fã da astronomia tive um sentimento de alegria e decepção. Alegria, pois temos um anime sobre astronomia. Decepção, pois temos um anime de comédia padrão. E por padrão, não digo apenas semelhante à School Rumble (do mesmo estúdio), como também abaixo dele.


School Rumble era excelente em termos de personagens e piadas. Harima é sem dúvida um dos delinquentes mais engraçados dos últimos tempos e com toque de originalidade. O mesmo valendo para o resto do extenso elenco, que conseguia ser bem variado e divertido. Por outro lado, o elenco de Sora no Manimani não apresenta o mesmo carisma, e nem a comédia padrão do Comet ajudou muito nesse quesito. Talvez o personagem mais cômico ou original da história seja o anêmico presidente do clube de astronomia. Boa parte das piadas do anime já morreram a muito tempo por aparecerem exaustivamente na indústria, sendo que rostos em SD também estão começando a cair em desuso, embora Umi Monogatari e até mesmo o novo Full Metal Alchemist façam uso deles (com um mal uso no segundo caso).


Por outro lado isso só reforça o quanto o Comet precisa apelar para recursos assim na tentativa de ganhar simpatia, já que as piadas por si só não são tão engraçadas. O que ajuda um pouco é o assunto principal, a astronomia. Embora apresentado de forma romântica, ainda rende alguns bons momentos, afinal acredito que a maioria goste mais desse lado romântico de "ver as estrelas e contemplá-las", do que descobrir os verdadeiros mistérios do cosmo (prefiro a segunda opção, mas isso não conta aqui).


Nesse ponto Sora no Manimani fez bem a sua lição de casa, com momentos bem "slice of life" dirigidos ao espaço e consequentemente as estrelas. Vamos ver o quanto isso se desenvolve com o tempo, e se o anime não cairá no velho esquema de comédia bizarra e com rostos SD. Isso não seria problema se tivesse alguma simpatia, mas passa longe de ser algo engraçado como K-ON, ou o próprio School Rumble. Se fosse só isso, a nota colocada aqui seria algo próximo de 5. E não por eu ser chato, e sim por que Sora no Manimani seria apenas mediano.


Apesar de tudo esse é um anime que ainda tenho o mínimo de interesse de acompanhar, a exemplo de Yoku Wakaru Gendai Mahou. Embora ambos falhem miseravelmente em pontos importantes como personagens e parte técnica, cada um deles conta com uma temática inspiradora e que atrai a atenção de muitas pessoas. São temas que possuem dentro de si (magia e astronomia) algo de misterioso e ao mesmo tempo romântico, dois aspectos que sempre atraíram atenção do homem.Se um deles não é tratado como na realidade e o outro nem a menos existe, isso é apenas um mero detalhe.
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Segunda-feira, 13 de Julho de 2009

Animes Temporadas: 2009 Terceira Temporada (Julho) - Ookami to Koushinryou II (Primeiras impressões)



Detalhes
Estúdio de produção: Brains Base (Kamichu!, Baccano! e Akikan!)

Pontos positivos iniciais
- Continua muito parecido com a primeira temporada
- Troca de estúdio não afetou a produção
- Horo continua com a personalidade marcante de sempre
- Parte técnica intocável

Pontos negativos iniciais
- Músicas de abertura e encerramento não tão marcantes quanto as da primeira temporada

Nota inicial: 8,0/10,0

Expectativa para o resto da série: Alta


Ookami to Koushinryou estreou na temporada de janeiro 2008, época marcada por poucos lançamentos de peso, da qual se destacaram nomes conhecidos como Sayonara Zetsubou Sensei e ARIA, e outros poucos estreantes, a exemplo de true tears e Shigofumi. Ao lado deles, Ookami to Koushinryou (ou Spice and Wolf) era um série já bem cultuada no Japão devido a Light Novel. E enquanto no ocidente o anime foi uma surpresa, para os japoneses já era esperado. Ookami to Koushinryou se passa numa época medieval e conta a história de uma deusa em forma de lobo.


O conceito básico desse título passa a impressão de que essa série seja de ação e contenha os elementos clássicos de filmes desse tipo, com guerreiros lutando em batalhas contra hordas de criaturas poderosas, magos invocando magias destruidoras e assim vai. Mas Ookami to Koushinryou não cai nesses clichês básicos e usa a ambientação medieval para introduzi Craft Lawrence um comerciante que viaja pelo mundo vendendo especiarias, bem os moldes dos mercadores que ouvimos falar nos livro de história.


A diferença é que existe um ar de fantasia devido a divindade em forma de lobo, Horo. Junto dela temos alguns lobos que aparecem ao longo da série, que são um tanto quanto maiores do que o normal, mas nada além disso. Quem assistiu a primeira temporada certamente deve ter ficado com um gostinho de quero mais, pois os 12 episódios iniciais abordavam apenas dois arcos da história original, baseada na Light Novel de muito sucesso no Japão, que já foi citado, inclusive, no Mainichi Shinbun (um dos jornais de maior circulação do país).


Pois bem, a pedido dos fãs chega enfim a tão esperada sequência de Ookami to Koushinryou. A primeira vista essa continuação não apresenta praticamente nada de novo. De fato, isso é verdade, mas convém lembrar que o estúdio de produção mudou, saindo o IMAGIN e entrando o Brains Base. Esse último não tem a fama de um KyoAni ou Madhouse, mas é um estúdio respeitado por boas obras como Baccano!. Por outro lado, essa mudança de estúdio manteve todas as qualidades do anime, sem acrescentar ou retirar nada. No mais, talvez as inconsistências na animação da primeira temporada tenham caído, já que tecnicamente o Brains Base é muito melhor nesse ponto do que o IMAGIN. Mas isso só saberemos com o passar dos episódios.


O que interessa dizer aqui é que quem gostou da primeira temporada amará a segunda. E quem não gostou, passe longe, pois trata-se de mais do mesmo. Lawrence continua na sua jornada com o objetivo de juntar dinheiro e abrir a sua própria loja, sonho de todo mercador no universo do anime. Ao mesmo tempo leva junto dele, Horo, a já citada deusa lobo. Horo é uma personagem altamente carismática, rendendo boas piadas ao longo de cada capítulo. Ela adora ironizar o comportamento de Lawrence, e mostra-se como uma pessoa realmente sábia, que condiz com a sua idade "avançada".


Nessa segunda temporada Lawrence já está mais a vontade do lado de Horo, então as piadas também tem um tom cômico um pouco melhor, sem ficar naquela coisa de timidez por parte de Lawrence. Aliás, isso é algo que a própria Horo menciona. Quanto ao enredo em si, embora a idéia inicial de Horo seja voltar para sua terra natal Yoitsu, já fica claro o quanto isso não é algo que ela deseja totalmente. Horo parece desejar ficar ao lado de Lawrence, embora saiba da condição de mero ser humano do rapaz. De todo jeito, mesclado com esse trecho e as piadas sempre bem-vindas de Horo, teremos a continuidade das trocas comerciais.


Não é necessário ser gênio em alguma área ligada a isso para entender. Basta um pouco de atenção e não fica impossível acompanhar o anime. Os esquemas de trocas são bem interessantes, e vez ou outra, Horo inclusive dá uma força a Lawrence nas negociações. Se seguir o padrão da primeira temporada, teremos mais dois novos casos. Apenas não sei se personagens antigos reaparecerão, mas há forte indícios de que a Chloe aparecerá, até por que ela está presente na nova opening. Quanto a Nora já não sei, mas por ser uma personagem com quem simpatizo, espero que sim. Por outro lado, não vou ficar triste se isso não acontecer, pois não compromete em nada a qualidade desse grande anime.


Por fim, vale citar o tema de abertura e encerramento que não são tão bons quanto os anteriores. A canção de abertura segue até o ritmo da primeira, mas falta um ar de profundidade maior, presente na Tabi no Tochuu. Talvez seja a ausência da Natsumi Kiyoura, que por sinal canta muito bem. Tendo feito um ótimo trabalho não apenas no Ookami to Koushinryou, como também em sketchbook ~full colors~, onde cantou a Kaze Sagashi, considerada uma das melhores canções daquela temporada (Outubro 2007). Já em relação a ending, sinto falta daquela música cantada no bom (ou mal) "engrish". Contudo, vale muito a pena conferir Ookami to Koushinryou.
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Sábado, 11 de Julho de 2009

Animes Temporadas: 2009 Terceira Temporada (Julho) - Princess Lover! (Primeiras impressões)



Detalhes
Estúdio de produção: Go Hands

Pontos positivos iniciais
- Série ecchi aparentemente com algum enredo
- Bom desenvolvimento inicial, com cenas de ação mesclada com momentos mais sérios

Pontos negativos iniciais
- Animação de baixa qualidade
- Elenco constitui um típico harém

Nota inicial: 7,0/10,0

Expectativa para o resto da série: Média


Essa série me pegou de surpresa. Lembro que postagens atrás havia comentado que entre os piores animes da temporada teríamos Fight Ippatsu!, Princess Lover! e Yoku Wakaru Gendai Mahou. O primeiro acabou se confirmando como um péssimo anime, já o último ainda não tive oportunidade de assistir, apenas ao especial chamado de episódio 0, que embora não seja grande coisa, a menos é engraçado. E entre tantas surpresas, tivemos séries decepcionantes como Needless e Kanamemo. Princess Lover!, um dos possíveis candidatos a pior anime da temporada aqui no Subete Animes, não confirmou o "favoritismo" como havia sido previsto, pelo menos não nesse primeiro episódio.


A produção está a cargo do GoHands, um estúdio novato que tem como primeiro trabalho completo, justamente Princess Lover!. A idéia dessa série é básica, colocando um protagonista qualquer no meio de várias garotas. A parte boa é que pelo menos Teppei apresentou alguma reação, lutando contra bandidos logo de cara e se mostrando um "homem" de verdade. Já com relação às garotas provavelmente teremos os clichês básicos do estilo. Adolescentes com peitos desproporcionais (a maioria delas) e personalidades manjadas. Nesse primeiro episódio já tivemos a garota peituda, a "Maid" (empregada) e a provável tsundere. Ok! Os detalhes dos peitos é um tanto redundante, já que a maioria das personagens é assim.


Por outro lado, acredito que isso faça um anime ecchi. E claro que cenas nesse estilo não faltam, embora Princess Lover! não abuse da falta de bom senso, e coloca ecchi em apenas alguns momentos isolados. E isso é bom, pois evita que a série se torne um novo Queen's Blade. Para efeito de comparação o ecchi inicial de Princess Lover! é semelhante ao presente em Asu no Yoichi!, espero apenas que não dêem um final tão medonho e horrível quanto a desse primeiro título. De qualquer jeito, pelo menos as situações ecchi de Princess Lover! são menos perturbadoras do que as presente em Kanamemo, que beiram ao "loli".


Quanto ao enredo, embora não pareça coisa do outro mundo, pelo menos se faz presente. A história começa contando o dia-a-dia de Teppei com a sua família. No entanto, momentos depois do garoto sair de casa em direção a escola, seus pais são supostamente assassinados, deixando Teppei órfão. Logo após esse acontecimento, e avançando anos no tempo, Teppei se encontra em frente ao caixão de seus pais, quando avista uma carroça sendo perseguida por bandidos. O rapaz não pensa duas vezes e luta contra os criminosos. Resolvida a confusão, Teppei descobre que acaba de salvar Charllotte, uma garota provinda de uma família nobre (na verdade Teppei não descobre isso nesse momento, mas enfim).


Devido à morte de seus pais, o protagonista passa a viver com o seu avô, e tem a missão de herdar a empresa da família, que antes pertenceria a sua mãe. No entanto, o garoto está pouco interessado nisso e tem mais vontade de se vingar dos assassinos de seus pais. Contudo, o avô de Teppei o convence a herdar a família sem deixar de lado a sua vingança. E no fim desse episódio Teppei se encontra por acidente com a sua possível e arranjada futura esposa. Em resumo o primeiro episódio foi isso.


Tecnicamente falando Princess Lover! é bem medíocre. A parte de destaque é a trilha sonora que acompanha bem os momentos cruciais. As animações são fracas, embora a maneira como os recursos de animação foram usados nas cenas de ação acabem causando impacto. Outro ponto negativo são os traços, que quase não se utilizam de técnicas de sombreamento, deixando os personagens com um aspecto meio "pelado". Isso é sanado pela presença de efeitos de luz nos cabelos e nos olhos, mas o resto do corpo é visivelmente mal cuidado.


Mesmo assim, o visual limpo das personagens e o lado bishoujo da história salvam esse aspecto. Confesso que achei as meninas de Princess Lover! bem atraentes, embora não curta garotas com peitos desproporcionais ao resto do corpo. Até por isso prefiro a Seika, que ainda não apareceu na série, mas que em termos de proporções físicas está mais dentro do padrão (mas acho que isso não importa nessa postagem). De todo jeito não faço idéia de como o enredo se desenvolverá, porém Princess Lover! tem ao lado de si o fato de ter sido a décima terceira visual novel mais vendida do ano passado.


É bem verdade que isso faz alguma diferença, embora exemplos recentes como Tayutama e Akane-iro ni Somaru Saka, tenham demonstrado o contrário. Por outro lado, pelo menos esse início de Princess Lover! foi muito acima dos outros dois. Espero que mantenha o nível, e pelo menos será um anime razoavelmente interessante, com chances de não ser a "vergonha" da temporada como era previsto. Se bem que passada essa primeira semana acho difícil algum título superar Fight Ippatsu!.
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